Não é problema meu…

Não é problema meu...

Traduzido e Adaptado de um conto popular tailandês.

Era uma vez uma rainha sentada em sua varanda comendo bolos de arroz e mel com seu conselheiro-chefe. Enquanto comiam, olhavam para a rua movimentada. A rainha apontou para algo e, quando o fez, o mel de seu bolo de arroz caiu no balcão da varanda.

“Minha rainha, você derrubou uma gota de mel”, observou o conselheiro. “Devo chamar um servo para vir e limpar?”

Mas a rainha riu: “Uma gota de mel é… NÃO É PROBLEMA MEU. Alguém vai limpar mais tarde.”

Eles continuaram comendo e falando enquanto o mel era aquecido pelo sol e começou a escorrer lentamente pela parede até chegar ao chão do pátio!

“Sua Alteza”, disse o conselheiro-chefe, “O mel está escorrendo para a rua e está atraindo moscas. Não devemos chamar um servo para vir e limpá-lo?”

Mas novamente a rainha bocejou preguiçosamente e respondeu: “Uma pequena gota de mel e algumas moscas… NÃO É PROBLEMA MEU. Alguém vai lidar com isso mais tarde.”

Logo um lagarto saiu para fora da parede do palácio e desceu pela parede até chegar a onde estava o mel e começou a pegar as moscas com sua língua. Então um gato surgiu e começou a bater no lagarto de um lado para o outro como um brinquedo. Naquele momento, um cachorro saiu do açougue e começou a morder o pescoço do gato.

“Sua Alteza”, implorou o conselheiro-chefe, “Agora as moscas atraíram um lagarto, que atraiu um gato, que agora está sendo atacado por um cachorro. Não devemos chamar alguém para acabar com a confusão?”

Mas a Rainha só se esticou e balançou a cabeça para o seu conselheiro: “Você não vai relaxar. Uma confusão de animais bobos… NÃO É PROBLEMA MEU. Alguém certamente irá cuidar disso.”

Na verdade, o padeiro zelou por isso. Ele viu o cachorro atacando seu gato e acabou com o rolo e começou a bater no cachorro. E então o açougueiro ouviu seu cão uivar e pegou a vassoura e começou a bater no gato.

Logo o açougueiro e o padeiro estavam se atingindo. Então, os comerciantes vizinhos começaram a tomar partido, juntando-se à luta. Então vieram alguns soldados, mas alguns conheciam o açougueiro e alguns conheciam o padeiro. Então, os soldados, também, tomaram partido.

A batalha cresceu. Cresceu e cresceu até uma grande batalha travada nas ruas. As pessoas estavam jogando pedras através das janelas e atingindo as carroças e carruagens. Alguém pegou uma tocha da parede e atirou-a através da janela do palácio, o fogo eventualmente se espalhou pelo palácio.

A rainha e seu conselheiro estavam sendo escoltados por uma escada da varanda para a rua porque o próprio palácio estava em chamas.

Mais tarde, quando o fogo e toda confusão havia terminado, a rainha e seu conselheiro examinaram as ruínas de suas terras. De repente, a rainha parou na rua embaixo da sua varanda.

Ela se abaixou e tocou algo em uma pequena poça no chão. “É mel”, disse ela, lembrando. “Eu acho que deveria ter limpo essa gota de mel, em primeiro lugar. Agora, meu reino inteiro se perdeu por causa disso”.

Esse foi o último dia que a rainha disse… NÃO É PROBLEMA MEU! 

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Bruno de Souza

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